quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015
Combate ao Câncer: dicas que podem salvar vidas
No Brasil, o câncer de pele é o tipo mais incidente na população, com perspectiva de 188 mil novos casos em 2015, de acordo com dados do Instituto Nacional do Câncer (INCA). O melanoma, a mais grave forma de câncer de pele, pode levar à morte a partir de uma simples e pequena pinta. A doença tem o pior prognóstico e o mais alto índice de mortalidade. Porém, o problema pode ser facilmente evitado se alguns cuidados forem observados:
PROTEJA-SE
• Além de óculos de sol, use chapéus e bonés de abas largas e proteja as partes mais expostas. Não são raros os melanomas que surgem como pequenas pintas nos pés ou nas costas.
• Evite ficar sob o sol entre as 10 e 16 horas, quando a irradiação de ultravioleta é maior.
• Conheça o histórico de problemas de pele na sua família. Ele pode indicar a necessidade de cuidados especiais.
• Abuse do protetor solar em todas as partes do corpo. Repita a aplicação diversas vezes e não apenas no início da atividade. E lembre-se: protetor solar bloqueia somente até 55% dos raios ultravioleta que danificam a pele.
ATENÇÃO AOS ALERTAS DA SUA PELE
Os principais sinais de alerta são pintas ou lesões novas que surgem na pele. Por isso, um autoexame rotineiro é fundamental.
TRATAMENTO
Quando o melanoma é identificado precocemente, faz-se cirurgia no local. Mas se o melanoma se espalha para outras partes do corpo, o tratamento pode ser realizado com medicamentos de última geração.
O ABCDE QUE PODE SALVAR VIDAS
A observação rotineira dos cinco passos da tabela abaixo são fundamentais. Um ABCDE que pode salvar as nossas vidas.
Então, atenção a eles:
PROTEJA-SE
• Além de óculos de sol, use chapéus e bonés de abas largas e proteja as partes mais expostas. Não são raros os melanomas que surgem como pequenas pintas nos pés ou nas costas.
• Evite ficar sob o sol entre as 10 e 16 horas, quando a irradiação de ultravioleta é maior.
• Conheça o histórico de problemas de pele na sua família. Ele pode indicar a necessidade de cuidados especiais.
• Abuse do protetor solar em todas as partes do corpo. Repita a aplicação diversas vezes e não apenas no início da atividade. E lembre-se: protetor solar bloqueia somente até 55% dos raios ultravioleta que danificam a pele.
ATENÇÃO AOS ALERTAS DA SUA PELE
Os principais sinais de alerta são pintas ou lesões novas que surgem na pele. Por isso, um autoexame rotineiro é fundamental.
TRATAMENTO
Quando o melanoma é identificado precocemente, faz-se cirurgia no local. Mas se o melanoma se espalha para outras partes do corpo, o tratamento pode ser realizado com medicamentos de última geração.
O ABCDE QUE PODE SALVAR VIDAS
A observação rotineira dos cinco passos da tabela abaixo são fundamentais. Um ABCDE que pode salvar as nossas vidas.
Então, atenção a eles:
quinta-feira, 15 de janeiro de 2015
Bullying: a experiência mais dolorosa desde o diagnóstico
Natalia e Nicolas (arquivo pessoal)
Quando eu saí da consulta do neuropediatra que finalmente deu um nome para minhas angústias, cheguei a pensar que nada na vida poderia superar o tamanho daquela dor. Estava enganada.
O diagnóstico de autismo fez brotar em mim um pânico duplo instantâneo: o de morrer sem conseguir prepará-lo para viver sem mim e o do preconceito que ele poderia sofrer por ser diferente.
Eu sabia que em algum momento da vida ele sentiria discriminação, ainda mais por vivermos em um país onde a tiração de sarro é quase que parte da identidade do brasileiro-típico. Afinal de contas, somos reconhecidos mundialmente por sermos ‘brincalhões’, ‘piadistas’, ‘extrovertidos’. Vemos a diferença como defeito e cultuamos líderes neo-nazistas retrógrados, além de outros milhões de motivos que expõem a chaga do subdesenvolvimento cultural e espiritual do nosso povo que, agora, não vêm ao caso.
Eu sabia que o preconceito viria e corri para blindar o meu filho contra ele. Junto com as intervenções todas em busca do desenvolvimento da linguagem e da socialização, o reforço da autoestima virou quase que uma obrigação. Sabemos da importância da autoconfiança para o sucesso de todo o tratamento. Usamos técnicas específicas, elementos lúdicos, reforçadores e tudo o que estiver disponível para que nosso filho acredite que, sim, ele é capaz.
Ele é um autista leve e verbal. Adquiriu a fala beirando os 4 e estuda em uma escola regular. Esta é nossa terceira tentativa desde que o colocamos na escola. Nicolas acaba de completar 7 anos e, apesar de ser verbal, ainda tem dificuldade de se expressar plenamente. Contar histórias com começo-meio-fim exige dele um esforço tremendo. Manter o foco também é um desafio.
Somos pais presentes, fazemos reunião com a coordenação pedagógica pelo menos uma vez por mês, a psicóloga está na escola a cada bimestre, o psiquiatra esteve lá em fevereiro, mas nada disso foi capaz de impedir que meu filho sofresse agressões intencionais, feitas de maneira repetitiva, o que caracteriza o bullying. A palavra que já causa arrepio em pais neurotípicos, tem uma gravidade superior para pais de crianças do espectro.
A gente pensa: eles já têm tantos desafios na vida, ainda precisam passar por isso?
Pois é.
Os sinais
Sempre que eu perguntava a ele sobre seu dia na escola, nunca a resposta era relacionada a uma atividade, uma novidade, uma brincadeira. Era sempre sobre os seus ‘não-amigos’. Ele me dizia ‘fulano não gosta de mim’, ‘ciclano não é meu amigo’.
Quando dávamos bronca , ele sempre fazia um comentário com palavras negativas inéditas e bem pesadas. Ele dizia ‘eu sou um inútil’, ‘eu sou um desastre’.
Começou, estranhamente, a se preocupar com o corpo .’Não vou almoçar porque minha barriga vai explodir’. ‘Não posso comer porque sou gordo’.
A lancheira dele ficava encaixada na parte externa da mochila e ele adorava exibí-la. De uma hora para outra começou a guardar a lancheira dentro da mochila.
Como descobrimos
Fomos ligando os fatos e um episódio recente oficializou a crueldade. Sempre que ele se lamentava sobre seus ‘não-amigos’, tentávamos desviar o foco, mostrando para ele o quanto ele era querido por tantos outros.
Sempre orientamos que ele relatasse os incômodos ao bedel, à professora, ao coordenador. Em todas as minhas reuniões da escola, expunha esses sinais e eles diziam que nada justificava a preocupação já que o Nicolas era muito querido pela turma, ‘uma criança adorada por todos’, era o mantra repetido por eles.
A princípio a reclamação sobre os ‘não-amigos’ parecia infundada. Por mais que chamássemos a atenção da escola para essa nossa preocupação, eles faziam questão de minimizá-la. Mas aos poucos fui vendo que as reclamações do Nicolas começaram a ser mais frequentes, as palavras inéditas-estranhas mostravam uma auto-imagem completamente distorcida daquela que trabalhávamos em casa.
Aí, na quinta passada, ele entrou chorando no carro. Perguntei o que tinha acontecido e ele disse que ao perguntar a um dos ‘não-amigos’ porque não o deixava em paz, o menino teria dito ‘porque eu gosto de fazer bule (sic) com você’.
Estava oficializado ali o meu maior pesadelo. O menino, de forma consciente, sabia que fazia mal para o meu filho e, mais, sabia que a ‘brincadeira’ tinha nome.
O que fazem os meninos
A partir daí viramos detetives contumazes e descobrimos que:
escondiam a lancheira dele e riam enquanto ele a procurava;
apelidos como ‘mané’, ‘baleia’, ‘gorducho’ e ‘bisnaguinha’ eram frequentes;
chegaram a abrir sua mochila e danificaram seus materiais.
Não tenho provas, não tenho vídeos, não tenho fotos, mas eu tenho a palavra do meu filho, seu comportamento e, principalmente, a fala do seu ‘não-amigo’ que fazem eu acreditar que isso tudo aconteceu bem debaixo do meu nariz.
O que aprendemos
Autistas têm dificuldade de comunicação, mas se comunicam de outras várias maneiras. Com o olhar, com o corpo, com o comportamento. O discurso não verbal geralmente nos diz muito mais do que as palavras.
nunca menospreze suas ‘falas’. Por mais simples ou vagas que sejam.
todo o esforço de proximidade e interação com a escola nunca será suficiente. Infelizmente não dá para dormir no ponto, não dá pra relaxar. Reuniões, visitas fora de hora e até mesmo conversas de corredor com outros funcionários podem nos dar pistas importantes se está mesmo tudo bem.
desconfie da autossuficiência da escola. Por mais bem intencionada que seja, por mais aberta que seja, essa falta de questionamentos ou esse ‘mar de rosas aparente’ pode esconder alguma negligência.
E agora?
Já movemos o mundo desde então e recebemos um retorno positivo da escola que prometeu várias providências. Optamos em dar o último crédito já que, tirando os ‘não amigos’, o Nicolas adora o ambiente escolar, tem outros vários amigos e se desenvolveu bastante lá dentro, está inclusive alfabetizado. Pesamos também o fato de que tirá-lo de lá agora, antes até do fim do semestre, poderia significar ainda mais perdas, além de estarmos de alguma forma sendo contraditórios no discurso de enfrentamento de dificuldades e autoconfiança que tanto trabalhamos em casa. Queremos esgotar as possibilidades e lutar pela inclusão de fato, já que, se alguém tiver que sair da escola, não será ele.
Apelo
Acho que todo mundo já sofreu bullying na vida. A diferença é que, de alguma maneira, tivemos repertório para lidar com isso. Uns usaram a violência física, outros devolveram na mesma moeda, alguns trataram em análise. Ninguém morreu, é verdade, mas quem já sofreu esse tipo de violência tem ao menos uma vaga dimensão do estrago que ela pode causar na vida. Complexos adormecidos, dificuldades de relacionamento, dependência, agressividade….os efeitos são diversos. O bullying é grave em qualquer situação, mas no caso de autistas, estamos falando da forma mais cruel das humilhações, com quem não tem recursos para se defender.
Pensando no alcance do Lagarta, talvez esse post possa chegar até os pais dos agressores do meu filho. Por isso, fica aqui o meu apelo. É sua obrigação se indignar com a valentia sem medida, que geralmente vem acompanhada da falta de respeito. Olhe de fato para seu filho, observe como ele se comporta com amiguinhos e, pelo amor de Deus, não ache natural que ele ria da dificuldade do outro. Isso sim, é anormal.
Natalia Rinaldi, mãe do Nicolas
quarta-feira, 17 de dezembro de 2014
Doe Sangue São José dos Campos
Quem pode doar sangue?
Pessoas entre 16 e 69 anos, desde que a primeira doação tenha sido feita até os 60 anos
(menor de 18 anos, clique para obter mais informações).
Homens com mais de 50 Kg.
Mulheres acima de 55 Kg.
O que é necessário para doar sangue?
Estar em boas condições de saúde.
Apresentar documento oficial com foto como Carteira de Identidade, Carteira Nacional de Habilitação, Carteira de Trabalho, Passaporte, Registro Nacional de Estrangeiro, Certificado de Reservista e Carteira Profissional emitida por classe. Serão aceitas fotocópias autenticadas desde que as fotos e inscrições estejam legíveis e as imagens permitam a identificação do portador
Não estar em jejum, mas evitar alimentos gordurosos como leite, ovos, frituras e frios nas 3 horas que antecedem a doação
Ter repousado por, no mínimo, 6 horas
Condições que impedem a doação definitivamente:
Pessoas entre 16 e 69 anos, desde que a primeira doação tenha sido feita até os 60 anos
(menor de 18 anos, clique para obter mais informações).
Homens com mais de 50 Kg.
Mulheres acima de 55 Kg.
O que é necessário para doar sangue?
Estar em boas condições de saúde.
Apresentar documento oficial com foto como Carteira de Identidade, Carteira Nacional de Habilitação, Carteira de Trabalho, Passaporte, Registro Nacional de Estrangeiro, Certificado de Reservista e Carteira Profissional emitida por classe. Serão aceitas fotocópias autenticadas desde que as fotos e inscrições estejam legíveis e as imagens permitam a identificação do portador
Não estar em jejum, mas evitar alimentos gordurosos como leite, ovos, frituras e frios nas 3 horas que antecedem a doação
Ter repousado por, no mínimo, 6 horas
Hepatite viral após os 11 anos de idade
Ter tido Malária, Doença de Chagas, Epilepsia e Câncer
Uso de drogas injetáveis ilícitas
Evidência clínica ou laboratorial das seguintes doenças infecciosas transmissíveis pelo sangue: Hepatites B e C, Aids, doenças associadas aos vírus HTLV I e II
Importante!
A doação de sangue pode ser feita à rua Antonio Sais, 425 (ao lado da Santa Casa de São José dos Campos), de segunda a sexta-feira das 7h às 12h30.
Ter tido Malária, Doença de Chagas, Epilepsia e Câncer
Uso de drogas injetáveis ilícitas
Evidência clínica ou laboratorial das seguintes doenças infecciosas transmissíveis pelo sangue: Hepatites B e C, Aids, doenças associadas aos vírus HTLV I e II
Importante!
- Uso de medicamentos, tratamentos dentário, acupuntura, piercing e antecedentes cirúrgicos serão avaliados individualmente
- Não doe sangue para fazer exames. Você pode prejudicar alguém. Doação de sangue exige responsabilidade
- Não minta ou omita nenhuma informação ao entrevistador
A doação de sangue pode ser feita à rua Antonio Sais, 425 (ao lado da Santa Casa de São José dos Campos), de segunda a sexta-feira das 7h às 12h30.
Você pode agendar sua doação pelo telefone (12) 3519-3766
sexta-feira, 5 de dezembro de 2014
O que é o Segunda Sem Carne?
Segunda-feira é mundialmente conhecido como o dia para mudanças, dia para tomarmos decisões, começarmos transformações e novidades. Que tal tentar algo que trará um enorme benefício para todos?!
A Campanha Segunda Sem Carne se propõe a conscientizar as pessoas sobre os impactos que o uso de produtos de origem animal* para alimentação tem sobre os animais, a sociedade, a saúde humana e o planeta, convidando-as a tirá-los do prato pelo menos uma vez por semana e a descobrir novos sabores.
Existente em 35 países, como nos Estados Unidos e no Reino Unido (onde é encabeçada pelo ex-Beatle Paul McCartney) e apoiada por inúmeros líderes internacionais, a campanha foi lançada em São Paulo em outubro de 2009 numa parceria da Sociedade Vegetariana Brasileira (SVB) com a Secretaria do Verde e Meio Ambiente (SVMA) da prefeitura, posteriormente estendendo-se a várias outras cidades brasileiras.
Um dos desdobramentos da adesão ao movimento é a implementação da Alimentação Escolar Vegetariana. Desde 2011, os alunos da rede pública do município de São Paulo têm acesso à refeições 100% livres de produtos animais, trazendo grande impacto positivo.
A fim de facilitar a adoção deste hábito, a Sociedade Vegetariana Brasileira (SVB) fornece aqui receitas saborosas, dicas de nutrição, notícias e informações qualificadas a respeito das razões éticas, ambientais e de saúde para passar essa ideia adiante.
Veja aqui algumas receitas e restaurantes com boas opções vegetarianas para começar!
A Campanha Segunda Sem Carne se propõe a conscientizar as pessoas sobre os impactos que o uso de produtos de origem animal* para alimentação tem sobre os animais, a sociedade, a saúde humana e o planeta, convidando-as a tirá-los do prato pelo menos uma vez por semana e a descobrir novos sabores.
Existente em 35 países, como nos Estados Unidos e no Reino Unido (onde é encabeçada pelo ex-Beatle Paul McCartney) e apoiada por inúmeros líderes internacionais, a campanha foi lançada em São Paulo em outubro de 2009 numa parceria da Sociedade Vegetariana Brasileira (SVB) com a Secretaria do Verde e Meio Ambiente (SVMA) da prefeitura, posteriormente estendendo-se a várias outras cidades brasileiras.
Um dos desdobramentos da adesão ao movimento é a implementação da Alimentação Escolar Vegetariana. Desde 2011, os alunos da rede pública do município de São Paulo têm acesso à refeições 100% livres de produtos animais, trazendo grande impacto positivo.
A fim de facilitar a adoção deste hábito, a Sociedade Vegetariana Brasileira (SVB) fornece aqui receitas saborosas, dicas de nutrição, notícias e informações qualificadas a respeito das razões éticas, ambientais e de saúde para passar essa ideia adiante.
Veja aqui algumas receitas e restaurantes com boas opções vegetarianas para começar!
Conheça mais em http:Segunda Sem Carne
quarta-feira, 19 de novembro de 2014
Dia Rosa
Nos reunimos durante o mês promovendo uma ação nas redes sociais, para prevenção do Cancer de Mama usando a hastag #diarosadobazar.
A intenção do bazar era atingir a maior quantidade de pessoas possíveis pra alertar sobre a importância do auto exame.
Nosso muito obrigada pra quem fez parte dessa campanha com a gente!
A intenção do bazar era atingir a maior quantidade de pessoas possíveis pra alertar sobre a importância do auto exame.
Nosso muito obrigada pra quem fez parte dessa campanha com a gente!
quarta-feira, 5 de novembro de 2014
Falta de água afetará dois terços da população mundial em 2050
Relatório da FAO foi apresentado no 7º Fórum Mundial da Água, na Coreia do Sul.
A escassez de água afetará dois terços da população mundial em 2050 devido ao uso excessivo de recursos hídricos para a produção de alimentos, alertou hoje (14) a Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO).
A informação está no relatório Rumo a um futuro com segurança hídrica e alimentar, feito pela FAO e apresentado hoje, no segundo dia do 7º Fórum Mundial da Água (FMA), que ocorre em Daegu, na Coreia do Sul, até sexta-feira (17/4).
Atualmente, cerca de 40% da população do planeta sofrem com a escassez de água, uma proporção que aumentará até dois terços em 2050, alerta o documento.
Esse aumento será causado pelo consumo excessivo de água para a produção de alimentos e para a agricultura. Segundo a FAO, atualmente há regiões do planeta em que se utiliza mais água subterrânea do que a armazenada de forma natural.
O relatório cita, entre essas áreas, a Ásia Meridional e Oriental, o Oriente Médio, a África do Norte e a América do Norte e Central, acrescentando que em algumas regiões “a agricultura intensiva, o desenvolvimento industrial e o crescimento urbano são os responsáveis pela contaminação das fontes de água.
A FAO pediu aos governos de todo o mundo que “atuem para assegurar que a produção agrícola, pecuária e de peixes seja feita de forma sustentável e que ajudem a preservar os recursos hídricos”. “As seguranças alimentar e hídrica estão estreitamente ligadas”, declarou o presidente do Conselho Mundial da Água, Benedito Braga, ao apresentar o relatório.
Ele defendeu uma agricultura centrada na sustentabilidade mais do que na rentabilidade imediata. “Acreditamos que com o desenvolvimento dos enfoques locais e os investimentos adequados, os líderes mundiais podem assegurar que haverá volume suficiente, qualidade e acesso à água para garantir a segurança alimentar em 2050 e mais além”, disse Braga.
De acordo com o documento, em 2050 serão necessários 60% a mais de alimentos no mundo, enquanto a agricultura continuará a ser o maior consumidor de água.
Mesmo com o aumento da urbanização, em 2050 grande parte da população mundial continuará a ganhar a vida com a agricultura, apesar de o setor ser afetado com a redução do volume de água disponível devido à competição com as cidades e as indústrias.
Nesse cenário, os agricultores e, sobretudo, os pequenos agricultores terão de encontrar novos caminhos “por meio da tecnologia e das práticas de gestão” para aumentar a produção, com disponibilidade limitada de terra e de água, destaca o documento.
Fonte: Akatu
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